Pessoa com as duas mãos sobre o abdômen

Você já sentiu aquela queimação no estômago depois de um dia estressante? Ou percebeu que, diante de uma situação de nervosismo, o desconforto digestivo aparece como um efeito colateral indesejado? A verdade é que ansiedade dá azia e essa conexão entre mente e corpo é mais comum do que imaginamos¹ ².

Imagine a cena: uma semana cheia de prazos apertados no trabalho, noites mal dormidas e preocupações que não deixam sua cabeça em paz. De repente, além da tensão emocional, surge aquela sensação de ardência no peito, acompanhada de regurgitação e mal-estar¹ ².

Não é coincidência. O estresse e a ansiedade disparam reações no organismo que podem relaxar a válvula do estômago, o que facilita o refluxo e, consequentemente, a azia¹ ².

Continue a leitura para entender o motivo da ansiedade dar azia, como identificar os sintomas e o que fazer para aliviar o problema de forma natural e eficaz.

Resumo

  • Ansiedade dá azia porque o estresse desregula a produção de ácido estomacal e relaxa a válvula do esôfago¹.
  • Crise de ansiedade dá azia de forma intensa e repentina, muitas vezes acompanhada de falta de ar e aperto no peito¹ ².
  • Além da azia, a ansiedade pode causar taquicardia, tremores, sudorese e sensação de estômago embrulhado¹ ².
  • A queimação de ansiedade é uma ardência que surge em momentos de nervosismo, piora com o estresse e alivia ao se acalmar, diferente da azia comum¹ ².

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Qual é a relação entre sistema nervoso e digestivo? Ansiedade dá azia?

O sistema nervoso e o digestivo estão intimamente conectados por meio do eixo cérebro-intestino, uma via de comunicação bidirecional que explica por que ansiedade dá azia³.

Quando estamos estressados ou ansiosos, o cérebro ativa o sistema nervoso autônomo e libera hormônios como cortisol e adrenalina. Essas substâncias preparam o corpo para uma reação de "luta ou fuga" e desviam o fluxo sanguíneo dos processos digestivos para os músculos e o cérebro³.

A azia nervosa é aquela sensação de ardência no peito ou garganta, muitas vezes acompanhada de regurgitação ácida. Diferente da azia ocasional por alimentos gordurosos, a queimação por ansiedade tende a piorar em momentos de tensão emocional. Se não controlada, pode evoluir para problemas como gastrite nervosa ou esofagite³.

Portanto, sim, ansiedade dá azia. Entender essa relação é o primeiro passo para tratar o problema de forma eficaz, junto a cuidados digestivos e controle emocional³.

Quais são os sintomas da ansiedade?

A ansiedade não afeta apenas a mente, também desencadeia reações físicas intensas. Entre os sintomas mais comuns estão² ³:

  • azia ou queimação no peito: o nervosismo aumenta a produção de ácido estomacal, o que causa refluxo e desconforto;
  • sensação de estômago embrulhado: a ansiedade contrai a musculatura abdominal, que provoca cólicas e indigestão;
  • falta de apetite ou fome excessiva: enquanto algumas pessoas perdem a fome, outras buscam conforto na comida;
  • boca seca: o estresse reduz a salivação e deixa a boca seca e com gosto amargo;
  • náuseas ou vontade de vomitar: a tensão pode irritar o estômago e causar enjoos;
  • dores no peito: a respiração acelerada e a contração muscular simulam até sintomas cardíacos.

Agora que você já conhece quais são os sintomas da ansiedade, fique atento: se forem frequentes, procure um médico para investigar e descartar possíveis doenças digestivas² ³.

Como é a queimação causada por ansiedade?

A queimação no estômago provocada pela ansiedade tem um padrão característico que a diferencia de outros tipos de azia. Esse desconforto geralmente surge em momentos de tensão emocional aguda, como² ³:

  • durante crises de estresse;
  • situações de pressão no trabalho;
  • após discussões.

O que acontece é que o sistema nervoso, quando ativado pela ansiedade, estimula a produção excessiva de ácido gástrico e relaxa o esfíncter esofágico. Esse processo permite que os sucos digestivos subam e causem aquela sensação de ardência no peito e garganta³.

Uma das principais características da azia emocional é que ela vem e vai de acordo com o estado psicológico. Enquanto uma azia comum por má alimentação pode durar horas, a queimação por ansiedade tende a diminuir quando a pessoa se acalma, especialmente se utilizar técnicas de relaxamento³.

É importante ficar atento a outros sintomas associados comuns em crises de ansiedade. Porém, se a queimação vier acompanhada de sinais alarmantes — como vômitos com sangue, dificuldade para engolir ou perda de peso inexplicável — é fundamental procurar um gastroenterologista para descartar condições orgânicas³.

Muitas vezes, o tratamento combinado da ansiedade (com terapia e mudanças de hábitos) e ajustes na alimentação já trazem alívio significativo para essa queimação nervosa, o que evidencia a conexão entre mente e digestão³.

Agora que você já sabe como é a queimação causada por ansiedade, entenda como agir em casos assim.

O que fazer durante uma crise de ansiedade que dá azia?

Quando a crise de ansiedade dá azia, agir rápido pode aliviar ambos os sintomas¹ ² ³.

Comece com técnicas de respiração lenta e profunda para acalmar o sistema nervoso e reduzir a produção de ácido estomacal. Se possível, sente-se em uma posição ereta ou incline o tronco levemente para frente. Meditações guiadas ou focar em um objeto também ajudam a interromper o ciclo de nervosismo¹ ² ³.

Para a queimação, antiácidos como Estomazil Pastilhas neutralizam o ácido e trazem alívio rápido, mas não devem ser usados frequentemente sem orientação. Beba água em pequenos goles e evite deitar-se logo após o episódio¹ ² ³.

Procure um médico se a azia for intensa, persistente ou acompanhada de vômitos, dor no peito atípica ou perda de peso. Já um psicólogo ou psiquiatra é essencial se as crises forem recorrentes, pois tratar a ansiedade de raiz previne novos episódios¹ ² ³.

Combinar terapia, ajustes na alimentação e exercícios de mindfulness costuma ser a solução mais eficaz a longo prazo¹ ² ³.

Perguntas frequentes sobre ansiedade e azia

Com o texto, você já conseguiu entender que ansiedade dá azia! Mas, ainda há algumas perguntas frequentes sobre o assunto que separamos para você. Confira a seguir.

Ansiedade pode causar azia mesmo sem comer nada?

Sim, a ansiedade pode estimular a produção de ácido gástrico, o que provoca queimação mesmo em jejum¹.

Qual é a diferença entre azia de ansiedade e azia de refluxo?

A de ansiedade costuma vir em momentos de estresse, enquanto a de refluxo está ligada a alimentação e posição corporal².

Como saber se minha azia é ansiedade?

Se piora com estresse e melhora ao relaxar, sem relação com alimentos, provavelmente é ansiedade. Sintomas emocionais como nervosismo costumam acompanhar² ³.

O que fazer quando a ansiedade ataca o estômago?

Respire fundo, sente-se ereto, tome um antiácido se necessário e distraia a mente. Evite café e alimentos ácidos durante a crise² ³.

Estresse pode causar refluxo?

Sim. O estresse relaxa o esfíncter esofágico e aumenta ácido estomacal, o que causa refluxo. Crises frequentes exigem avaliação médica para descartar problemas gástricos³.

Sofre com aquela queimação no estômago quando está ansioso? Não ignore seu corpo! Ansiedade dá azia, sim, mas você pode aliviar esse desconforto rapidamente. Estomazil Pastilhas age ao neutralizar o ácido estomacal e proporcionar alívio eficaz da azia nervosa.

Prático para levar na bolsa ou no bolso, é seu aliado contra os efeitos do estresse no estômago. Não deixe a ansiedade atrapalhar seu dia. Compre agora Estomazil Pastilhas e diga adeus à queimação!

Registro M.S. nº 1.7817.0039

Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.

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Conheça o autor

1. de Farmácia, Conselho Federal. "Guia de prática clínica: sinais e sintomas do trato gastrintestinal." Brasília: Conselho Federal de Farmácia (2020).


2. Estresse e má alimentação prejudicam o sistema gástrico — Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado do Pará. Disponível em: https://www.iasep.pa.gov.br/artigos/estresse-e-m%C3%A1-alimenta%C3%A7%C3%A3o-prejudicam-o-sistema-g%C3%A1strico. Acesso em abril/2025.


3. Alacrino Filho, Jonh Eisenhoer Batista, et al. "Doença do refluxo gastroesofágico." Revista Eletrônica Acervo Saúde 24.1 (2024).


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